A insensibilidade do tr

Biker

Bem. Gostaríamos de  iniciar esta postagem com boas dicas de equipamentos para bike que com tanto zelo oferecemos a vocês na Loja Nerea. Mas, este texto tenta reforçar que toda segurança e apetrechos do mundo ainda não garantem tranquilidade para se pedalar pelas vias brasileiras.

Na última segunda-feira, 25 de janeiro, o multiatleta e ciclista profissional Cláudio Clarindo foi atropelado por um motorista que dormiu ao volante na Rodovia Rio-Santos. Cláudio era bem conhecido no meio ciclístico, sendo um dos 10 melhores ultramaratonistas do mundo no pedal. A bizarrice do acidente está no fato de Cláudio e seu companheiro de pedalada , Jacob Amorim,  estavam no sentido oposto do carro, que atravessou a pista e os atingiu no acostamento.

Era sabido de todos que conheciam Cláudio e Jacob dos cuidados que tinham ao andar em extensões longas ou mesmo nos centros urbanos. Mas, nem isso foi suficiente para evitar a tragédia. A legislação de trânsito brasileira prevê a divisão de espaço entre ciclistas e carros de forma harmônica.

Mas, sempre quem curte e ama a bike tem de conviver com o fantasma do desprezo dos motoristas em seus percursos. Ciclofaixas estão surgindo em algumas capitais; algumas estradas conseguem ter alguma condição para  transitar. Todavia, caro parceiro de duas rodas. Nunca saiam sem o capacete, refletores, adesivos refletivos, pisca-alertas e tudo que puder trazer alguma sinalização para sua pedalada.

Como ainda não se inventou campos de forças para evitar impactos com motoristas tolos, a prevenção continua a ser a única arma do ciclista que continua sua luta quase vã ao optar por um meio de transporte e lazer limpo, que cuida da saúde e só com benefícios a que pedala.

Cláudio não foi a primeira e não cremos que será a última vítima da insanidade e insensibilidade de quem porta um cavalo de aço nas mãos.


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